As crianças de hoje já nascem conectadas. Elas são bem mais inteligentes em comparação às gerações passadas e aprendem facilmente quando o assunto é tecnologia. Em um mundo conectado e com a revolução digital em pleno vapor, a educação 4.0 está cada vez mais evidente.

Trata-se de uma tendência que faz parte da quarta Revolução Industrial promovida pela internet das coisas e também pela inteligência artificial. Sendo assim, a educação tem uma nova roupagem por conta das transformações ocorridas no comportamento da sociedade nos últimos anos.

Agora, a escola precisa estar vinculada com o mercado de trabalho e é importantíssimo os pais terem atenção a isso. Para você conhecer tudo sobre a educação 4.0 e seus benefícios, elaboramos este post aprofundado com informações imperdíveis. Confira!

Entenda influência da revolução digital na educação e no processo de aprendizagem

A sociedade de hoje é totalmente diferente da existente há 15 anos. As evoluções tecnológicas chegaram em uma velocidade muito rápida e modificaram o mercado de trabalho e também o processo educacional.

Aplicativos simplificaram as vidas e agilizaram a mobilidade urbana. Plataformas abriram espaço para produções independentes e fizeram com que anônimos encontrassem o sucesso. Exemplos são o WhatsApp, Uber e YouTube.

O ensino teve que se adaptar, pois, os alunos agora conseguem obter o conhecimento com uma facilidade bem maior. Profissões antes imprescindíveis estão se tornando obsoletas, ou seja, o ambiente escolar precisa oferecer ferramentas que estejam sintonizadas com as habilidades digitais tanto quanto ao empreendedorismo.

Afinal, muitas crianças e adolescentes de hoje serão os donos dos próprios negócios e já sairão das escolas dominando as técnicas para fazerem a diferença no mercado de trabalho.

Por isso, a tecnologia precisa ser aplicada desde a educação infantil seja nas aulas, seja em atividades complementares, pois é uma excelente maneira de ajudar no processo de aprendizagem. Assim, a realidade dos pequeninos está muito ligada com o aprender fazendo, ou seja, é preciso colocar em prática os ensinamentos teóricos.

Portanto, ao falar de cultura maker, por exemplo, o ideal é destinar meios para que os alunos produzam vídeos, textos, criem roteiros, enfim, tornem-se chefes de si mesmos sob a orientação de profissionais que dominam as técnicas e conceitos.

Dessa maneira, as crianças estão correndo atrás dos seus objetivos bem mais cedo em comparação às outras gerações. Com isso, podemos afirmar que a revolução digital transformou o processo de aprendizagem e é um dos pilares da educação 4.0.

Descubra o que é a educação 4.0

E educação 4.0 é um termo que surgiu justamente em razão da quarta Revolução Industrial imposta pela internet das coisas, inteligência artificial, entre outros aspectos que fazem parte do mundo digital.

É um modelo de aprendizagem que utiliza a tecnologia como atrativo nas metodologias aplicadas, tendo quatro pilares para que sejam desenvolvidas as habilidades do século XXI nos alunos.

Dessa forma, podemos descrevê-los da seguinte maneira:

  • modelo sistêmico: se trata de uma avaliação realizada pelas instituições de ensino de olho na aplicação de estratégias para uma metodologia ativa de inovação;
  • mudança no senso comum: a nova metodologia exige uma base tecnológica que necessita de alterações no senso comum, pois as aulas são mais dinâmicas e interativas;
  • engenharia e gestão do conhecimento: é o estudo das habilidades de cada aluno, com foco na lapidação dos talentos. Sendo assim, cada um vai ser direcionado para o campo que mais despertar interesse;
  • cibercultura: o ambiente escolar precisa ser conectado e dentro da cultura da tecnologia. Por isso, a gestão e o processo de aprendizagem precisam estar conectados, priorizando as experimentações.

Saiba como é a prática da educação 4.0

Um dos grandes diferenciais da educação 4.0 é o processo de aprendizagem por meio da prática do conhecimento.

Os alunos têm contato direto com a realidade que permitirá a obtenção de renda através do desenvolvimento de suas ideias. Em aulas de empreendedorismo, por exemplo, os profissionais que estão atuantes no mercado transmitem a aprendizagem mais conectada fora do que acontece apenas na teoria.

Os professores mediam orientações com uma equipe multidisciplinar que se mantém conectada com os pais, coordenadores, tudo com muita transparência em um modelo diferenciado de educação. Isso porque a prioridade é a prática da profissão por meio da realização de projetos que abrem espaço para a experimentação totalmente ligada com a cultura maker.

As vantagens

A grande vantagem é que a educação 4.0 abre espaço para a criatividade e para utilização de ferramentas tecnológicas dentro da sala de aula, tudo em ambientes inovadores. Assim, muitos projetos e ideias surgem aproveitando ao máximo os recursos disponíveis em prol do aprendizado e novos horizontes de criações que despertem prazer e desenvolvimento.

Projetos colaborativos tornam-se viáveis e os colegas de sala se interagem e trocam aprendizados que utilizarão todos os recursos da escola. Desse modo, o ambiente fica em sintonia com tudo que faz parte da quarta revolução industrial.

Dentro do ambiente da escola, a conectividade estará em todos os projetos, facilitando o acesso ao conhecimento. Dessa maneira, tudo que está dentro de assuntos que fazem referência à inteligência artificial, automação, sistemas robotizados, aplicativos, games, novas mídias, Big Data, entre outros ajudarão a desenvolver novas habilidades nos alunos.

As necessidades

Com o nível de exigência cada vez mais acentuado no mercado de trabalho, a educação 4.0 torna-se totalmente necessária para que os jovens tenham autonomia diante de suas produções e para a obtenção de renda por meio de um aprendizado aberto e inspirado nos desejos de cada um.

O ambiente da escola que investe em inovações tecnológicas e facilita o processo de aprendizado autônomo desperta a capacidade de dominar técnicas que serão exigidas no mercado e também na vida adulta como um todo.

Com a ajuda dos professores e a disponibilidade de equipamentos que abrem espaço para investigação e descobertas por meio do uso de aplicativos, tablets, computadores, dispositivos eletrônicos, smartphone, os alunos se desenvolvem bem antes que o comparado com o método tradicional de ensino.

Os recursos disponíveis tornam as aulas mais atrativas e com todos os equipamentos que permitem a exploração de vídeos, sistemas, jogos, aplicações multidisciplinares, dispositivos eletrônicos, mas tudo vai bem além do que simplesmente a utilização dos equipamentos e softwares.

Na retaguarda dos aprendizados autônomos há um amplo projeto pedagógico estratégico estruturado com foco no desenvolvimento das competências exigidas no mercado. A promoção do empreendedorismo é desenvolvida assim como todas as outras competências que ultrapassam a simples transmissão de conteúdo.

Entenda como funciona o planejamento pedagógico na Educação 4.0

O planejamento pedagógico dentro da educação 4.0 é construído por diversas ações, como descreveremos agora.

Metodologias ativas

As metodologias ativas são um dos pilares da educação 4.0 e estão centradas exatamente no estímulo da participação dos alunos nas atividades teóricas e práticas. Para isso, elas são aplicadas na junção do online com o offline, também chamado de ensino híbrido.

Dessa maneira, os estudantes são protagonistas do aprendizado e se tornam em seres autônomos no processo educacional por meio da flexibilização das aulas.

Na prática, há diversos modelos que contribuem com a assimilação do conteúdo, como salas invertidas, laboratório rotacional, rotação por estações e rotação individual.

Em todas elas, a ideia é fazer com que o aluno assista às aulas e conteúdos em casa e utilize o ambiente da escola para tirar dúvidas, compartilhando o aprendizado e colocando a mão na massa em projetos experimentais. Veja como funciona cada sistema descrito acima.

Salas invertidas

O estudante acompanha o conteúdo antes do professor ministrar a aula, invertendo a lógica tradicional da sala de aula. Assim, aprendem novos conteúdos em casa no sistema EAD e depois utilizam o ambiente da escola para tirarem dúvidas, fazerem exercícios e fixarem os conceitos.

Laboratório rotacional

Nas aulas, o professor divide a turma em dois grupos. O primeiro terá aulas teóricas e o segundo práticas. Após um determinado período, os alunos são invertidos, ou seja, todos passam pela mesma experiência e conseguem assimilar com qualidade os ensinamentos.

Rotação por estações

As salas de aula são separadas por estações de trabalho com objetivos específicos. Os alunos podem circular entre as estações, aprendendo os diferentes aspectos sobre o mesmo assunto.

Rotação individual

O roteiro é pensado de acordo com as principais habilidades do aluno e no objetivo que ele queira atingir. Caso a intenção seja apenas a parte eletrônica de um determinado projeto, por exemplo, ele vai trabalhar sozinho sem a necessidade de passar por todas as estações de estudo, com enfoque nos aprendizados sobre o segmento que mais desperta a atenção.

Assim, é valorizada a cultura maker, ou seja, quando o aluno faz os projetos explorando as habilidades do século XXI, como cognitivas, interpessoais e intrapessoais.

Ao participar de um projeto, como de robótica, por exemplo, o estudante vai analisar as informações, terá pensamento crítico, trabalhará em equipe, tendo que colocar em prática, várias atitudes que são essenciais no mercado de trabalho, como inteligência emocional, confiança, empatia e adaptação.

Com isso, o ensino se torna multidisciplinar, fazendo com que a educação 4.0 integre conceitos de ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática. Além disso, os casos serão solucionados de acordo com o perfil de cada aluno, ou seja, a motivação fica ainda maior.

Blended learning

Dentro da metodologia ativa, a educação 4.0 tem o objetivo de fazer com que o aluno aprenda fazendo. Trata-se de um conceito que faz parte do modelo blended learning ou ensino híbrido, com excelentes resultados por meio da inovação no processo educacional.

As metodologias ativas fazem com que aumente o envolvimento dos alunos nos projetos, despertando o interesse em razão das atividades práticas que se interagem com as teóricas como em desafios, problemas e jogos, ou seja, o aluno se torna protagonista da ação e não um simples ouvinte do que é transmitido pelo professor ou tutor.

Compreenda o Plano Nacional de Educação

Como já adiantamos acima, tudo acontece na interação entre os sistemas online e presencial. No entanto, antes de formalizar os cursos, as escolas precisam de um ponto de partida para criarem seus projetos pedagógicos alicerçados na educação 4.0. É nesse momento que os educadores devem seguir o Plano Nacional de Educação.

É um documento que define as aprendizagens fundamentais que devem ser estimuladas nos estudantes do ensino infantil ao médio por meio da Base Nacional Curricular descrita abaixo em dez orientações transmitidas na íntegra pelo Ministério da Educação.

1. Conhecimento

Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

2. Pensamento Científico, crítico e criativo

Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas, além de criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

3. Repertório Cultural

Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.

4. Comunicação

Utilizar diferentes linguagens ― verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital ―, bem como conhecimentos das linguagens artísticas, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

5. Cultura digital

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

6. Trabalho e projeto de vida

Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

7. Argumentação

Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

8. Autoconhecimento e autocuidado

Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, se compreendendo na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

9. Empatia e cooperação

Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, se fazendo respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.

10. Responsabilidade e cidadania

Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

Ao reunir projetos que contemplem todas essas diretrizes, as escolas que valorizam a educação 4.0 conseguem fornecer conhecimento mais embasado e contextualizado, formando cidadãos mais conscientes e detentores de conhecimentos que serão extremamente úteis no mercado de trabalho.

Veja os benefícios da educação 4.0

É inegável que a educação 4.0 é bem mais atrativa em comparação ao modelo tradicional. Isso porque ela fala a mesma linguagem das gerações Z e alpha, ou seja, está alinhada com as crianças e jovens que já nasceram conectados.

Ao contrário do padrão em que o aluno assiste às aulas e fica entediado pelo fato da lousa, apagador e professor estarem bem distantes das realidades existentes nos meios tecnológicos. A educação 4.0 é uma tendência que veio para melhorar a qualidade no ensino e também para preparar os estudantes para o mercado de trabalho com as habilidades do século XXI.

Assim, os alunos absorvem o conhecimento com mais rapidez e se envolvem com as atividades, principalmente, pelo fato de serem atendidos em suas personalidades, ou seja, quem é de humanas vai se especializar em storytelling, por exemplo. Enquanto quem é de exatas terá pela frente os desafios de um projeto em robótica ou desenvolvimento de games.

Tudo em sintonia com o que há de mais atual, como inteligência artificial, nanotecnologia, biologia sintética, internet das coisas, realidade virtual aumentada, Big Data etc.. Além disso, há inúmeros outros benefícios, como você verá a seguir.

Aumenta a qualidade no ensino

Ao disponibilizar as tecnologias no processo de aprendizado, os alunos ficam mais interessados pelas atividades e se dedicam por saberem que aquilo será útil em sua vida adulta.

Podendo conduzir o ritmo dos aprendizados, o ensino se torna mais rápido, fazendo com que o estudante conquiste ganhos de acordo com os estímulos de cada dia. Com isso, é possível absorver o conhecimento de uma forma bem mais eficaz se comparado ao método tradicional de ensino.

Desperta a criatividade

O fazer é uma das melhores maneiras de estimular a criatividade no ser humano. Sabendo-se disso, a educação 4.0 entra na raiz do cérebro humano e faz com que os alunos trabalhem o criar constantemente. As ideias florescem e muitos projetos inovadores surgem.

A criatividade também é latente nas atividades que são conduzidas pela interatividade, como jogos, games, design, entre outras.

Utiliza a tecnologia como parceira

Na educação 4.0, a tecnologia é uma parceira no processo de aprendizagem. Dessa maneira, os resultados são potencializados em todos os estágios do processo.

Pais ficam em constante comunicação com a escola e podem acompanhar o rendimento dos filhos assim como os estudantes têm liberdade para pesquisar e tirar dúvidas com os professores, ou seja, tudo se torna eficiente.

Desenvolve o pensamento crítico

Ao serem protagonistas do aprendizado, os estudantes se tornam mais críticos e têm os pensamentos fortalecidos em prol de soluções diante dos desafios apresentados. Isso porque eles serão sempre questionados.

Ao participarem de mais discussões e projetos em equipes, haverá o desenvolvimento do pensamento crítico, assim como, do espírito de liderança e empreendedorismo. Com isso, ocorre uma melhora considerável nas tomadas de decisões, não só dentro de sala de aula como na vida pessoal e futuramente na profissional.

Além desses benefícios citados, há muitos outros, como suporte personalizado, melhor aproveitamento das aulas etc, ou seja, a educação 4.0 não chegou por acaso. Ela é uma resposta para que as novas gerações estejam preparadas para o que vão encontrar na sociedade, principalmente no ambiente corporativo.

Saiba como a educação 4.0 pode ser aplicada

A educação 4.0 pode ser aplicada desde o ensino infantil até o médio, passando pelas escolas profissionalizantes e também pelas universidades tão quanto em capacitações. Ela é extremamente importante e está cada vez mais presente em cursos extracurriculares voltados ao mercado de trabalho.

Basicamente, a internet das coisas conduzirá os processos com as novas tecnologias. Assim, o uso de tablets, computadores, celulares, equipamentos de robótica, entre outros, farão parte do dia a dia.

Para ser aplicada, os educadores devem montar um projeto pedagógico que contemple os objetivos da escola assim como dos cursos disponibilizados. É preciso investir em ambientes que sejam conectados, em profissionais qualificados e também em um suporte de qualidade para atender pais e alunos.

Assim, a utilização de uma plataforma de ensino é uma tendência bem marcante na educação 4.0. do mesmo modo que os conceitos existentes no modelo EAD. Dessa maneira, ocorre a flexibilização dos conteúdos, destinando autonomia aos estudantes.

É necessário ainda um investimento em equipamentos relacionados aos cursos oferecidos. No caso de robótica, por exemplo, a escola precisa contar com robôs, placas para montagem de novos projetos e toda a estrutura que alie a teoria à prática.

Ao priorizar a educação 4.0, as instituições de ensino fazem com que seus alunos se destaquem em relação à concorrência, sendo um passo a frente na disputa por uma vaga no mercado de trabalho.

A direção da escola também deve escolher o melhor modelo a ser seguido. Podem ser salas com laboratório rotacional, invertidas, rotação individual, enfim, tudo deverá ser analisado de acordo com o projeto pedagógico.

Ao valorizar a educação 4.0, todos saem ganhando. Portanto, como você analisou ao longo deste post, é uma realidade que certamente ajudará a melhorar a qualidade de vida das crianças e jovens quando chegarem na idade de buscarem um emprego.

Além disso, a educação 4.0 ajuda a formar cidadãos mais conscientes e críticos, com embasamento emocional, ou seja, é um excelente caminho para garantir um amanhã repleto de conquistas e realizações.

E aí, gostou do nosso post? Quer aprender mais? Então leia agora o artigo que aborda as trilhas de aprendizagem para crianças!