Alcançar medias escolares, círculos sociais, escolher a profissão, ingressar
no mercado de trabalho. Os jovens da atualidade deparam-se diariamente com
desafios muito complexos e as habilidades procuradas neles estão cada vez mais
exigentes. É correto afirmar que todo ser humano tem potencial para desenvolver
competências e habilidades, mas, o que fazer quando pais, professores, gestores e
órgãos públicos não sabem quais atitudes tomar para ajudar os jovens nesse
objetivo? Devemos estar preparados para atender e encaminhar as crianças no
aprimoramento das chamadas Habilidades do Século 21.

Mas, quais são essas habilidades? O mundo avançou, a tecnologia evoluiu e
os jovens estão cada vez mais conectados e ágeis. Foi pensando nisso que o termo
“Habilidades do Século 21” nasceu e ele resulta em um conjunto de competências
que são procuradas para fazer diferença no mundo acadêmico, no mercado de
trabalho e em sua participação social como um todo. Podemos dividi-las em três
domínios: cognitivo, interpessoal e intrapessoal.

O aspecto cognitivo é o mais trabalhado em escolas, mas deve-se ressaltar
que não estamos apenas falando na aplicação de conteúdo, sem participação ou
significado ao aluno e sim das habilidades de interpretação, analise, inovação,
pensamento critico e poder de tomar decisões. O domínio interpessoal é a forma
com a qual o jovem se relaciona com o mundo externo, sua cooperação, confiança,
empatia, adaptação, ou seja, atitudes necessárias para uma boa interação com o
outro.

O último, mas não menos importante, é o aspecto intrapessoal. Ele deve ser
considerado fundamental para manter o equilíbrio entre os três domínios, uma vez
que se trata da capacidade em lidar com as emoções e modificar os
comportamentos para alcançar todos os objetivos, sendo habilidades como
autocuidado, consciência, perseverança, determinação, ética, entre outras. O
domínio intrapessoal serve como base para os outros, uma vez que se você não o
desenvolve bem, não estará bem consigo mesmo e será mais difícil habilitar os
outros aspectos.

Voltamos a pergunta inicial: como trabalhar essas habilidades em nossos
jovens ? Uma das respostas para esse questionamento é o uso das metodologias ativas. Elas tratam o aluno como ser ativo e produtivo em seu conhecimento, que constrói seu aprendizado junto ao profissional da educação. Incentivar o aluno a produzir conteúdo, trazer dúvidas, apresentar estudos de caso com possíveis soluções, trabalhos em equipe, deixar de lado esse conhecimento centralizado no
professor e dar total espaço de expressão ao aluno. Exemplo disso são cursos que
podem ser considerados grandes chaves para essa questão, como por exemplo
games, robótica e empreendedorismo, que trabalham de forma lúdica a junção da
tecnologia com o desenvolvimento dessas habilidades, pois todos eles em conjunto
as metodologias ativas alinham formas de resolução de problemas, pensamentos
críticos e tomada de decisões.

Quanto mais incentivarmos os jovens através do ensino mais eles irão se
sentir motivados a continuar esse processo e então, quando perceberem, já estarão
com as tão temidas habilidades do século 21 bem desenvolvidas em si, prontos para
enfrentar o mercado de trabalho e todas as outras situações que encontrarem em
seus caminhos.

As cobranças por resultados começam bem cedo dentro da realidade dos jovens, que já encaram muitos desafios antes mesmo de chegarem a fase adulta. Sendo assim, as habilidades do século XXI são extremamente necessárias para que eles consigam atingir seus objetivos sem ser abalados por problemas emocionais ou, até mesmo, físicos.

Entre elas, podemos citar o alcance das médias escolares, círculos sociais, a escolha da profissão, o ingresso no mercado de trabalho etc. Os jovens da atualidade se deparam diariamente com desafios muito complexos e as habilidades procuradas neles estão cada vez mais exigentes.

Para você entender o que é preciso para se sair bem nesse mercado altamente competitivo, elaboramos este post com informações interessantíssimas. Confira!

Por que é importante desenvolver habilidades?

É correto afirmar que todo ser humano tem potencial para desenvolver competências e habilidades, mas, o que fazer quando pais, professores, gestores e órgãos públicos não sabem quais atitudes tomar para ajudar os jovens nesse objetivo?

Devemos estar preparados para atender e encaminhar as crianças no aprimoramento das chamadas Habilidades do Século 21. Mas, quais são essas habilidades? O mundo avançou, a tecnologia evoluiu e os jovens estão cada vez mais conectados e ágeis.

Foi pensando nisso que o termo “Habilidades do Século XXI” nasceu e ele resulta em um conjunto de competências que são procuradas para fazer diferença no mundo acadêmico, no mercado de trabalho e em sua participação social como um todo.

Com o objetivo de auxiliá-lo a investir no conhecimento do seu filho, vamos elencar agora as principais habilidades que devem ser aprimoradas de olho no mercado de trabalho. Continue com a gente!

Quais são as habilidades mais essenciais para o século 21?

Atualmente, a sociedade está em constante mudança e o mercado segue a mesma dinâmica. Assim, os jovens precisam ser flexíveis, resilientes, dominando a tecnologia e também vivenciado o amor ao próximo.

Dentro disso, podemos dividir as habilidades do século XXI em três domínios:

  • habilidades cognitivas;
  • habilidades interpessoais;
  • habilidades intrapessoais.

Vamos explicar cada uma delas!

Habilidades cognitivas

O aspecto cognitivo é o mais trabalhado em escolas, mas deve-se ressaltar que não estamos apenas falando na aplicação de conteúdo, sem participação ou significado ao aluno e, sim, das habilidades de interpretação, análise, inovação, pensamento crítico e poder de tomar decisões.

Também não podemos deixar de lado a questão da memória, do foco e percepção, ou seja, é preciso auxiliar as crianças e jovens a não serem tão impulsivos, valorizando conhecimentos que estejam sintonizados com a linguagem. Nesse sentido, a tecnologia se faz muito necessária.

Afinal, o mundo está dominado pelas informações sejam elas de códigos, comunicação ou números. Dessa maneira, nada melhor do que saber interpretá-las de uma forma eficaz por meio do conhecimento cognitivo.

Habilidades interpessoais

O domínio interpessoal é a forma com a qual o jovem se relaciona com o mundo externo, sua cooperação, confiança, empatia, adaptação, ou seja, atitudes necessárias para uma boa interação com o outro.

Por isso, nada melhor do que os estimular a conquistar a independência financeira, social e emocional, os transformando em cidadãos conscientes mo mundo.

Como ninguém vive em uma bolha, todos terão que conviver com pessoas de diferentes culturas, gostos variados, opiniões adversas, ou seja, quem não souber se relacionar, respeitando as diferenças, dificilmente conseguirá se manter no mercado de trabalho.

Habilidades intrapessoais

O último, mas não menos importante, é o aspecto intrapessoal. Ele deve ser considerado fundamental para manter o equilíbrio entre os três domínios, uma vez que se trata da capacidade de lidar com as emoções e modificar os comportamentos para alcançar todos os objetivos, sendo habilidades como autocuidado, consciência, perseverança, determinação, ética, entre outras.

O domínio intrapessoal serve como base para os outros, uma vez que se você não o desenvolve bem, não estará bem consigo mesmo e será mais difícil habilitar os outros aspectos.

Em um mundo marcado por crises e constantes reviravoltas no mercado, quem não tiver um psicológico bem preparado poderá enfrentar dificuldades na convivência, inclusive tendo problemas de relacionamentos.

Com isso em mente, as habilidades intrapessoais podem ser comparadas a um alicerce que vai segurar cada um em busca dos próprios objetivos sejam eles profissionais ou pessoais.

Como trabalhar essas habilidades em crianças e jovens?

Voltamos a pergunta inicial: como trabalhar as habilidades do século 21 em nossos jovens? Uma das respostas para esse questionamento é o uso das metodologias ativas.

Elas tratam o aluno como ser ativo e produtivo em seu conhecimento, que constrói seu aprendizado junto ao profissional da educação.

Incentivar o aluno a produzir conteúdo, trazer dúvidas, apresentar estudos de caso com possíveis soluções, trabalhos em equipe, deixar de lado esse conhecimento centralizado no professor e dar total espaço de expressão ao aluno.

Exemplo disso são cursos que podem ser considerados grandes chaves para essa questão, por exemplo, games, robótica e empreendedorismo, que trabalham de forma lúdica a junção da tecnologia com o desenvolvimento dessas habilidades, pois todos eles em conjunto as metodologias ativas alinham formas de resolução de problemas, pensamentos críticos e tomada de decisões.

Quanto mais incentivarmos os jovens, por meio do ensino, mais eles se sentirão motivados a continuar esse processo e então, quando perceberem, já estarão com as tão buscadas habilidades do século XXI bem desenvolvidas em si, ou seja, prontos para enfrentar o mercado de trabalho e todas as outras situações que encontrarem em seus caminhos.

Outra dica importantíssima é incentivar a liderança infantil por meio de atividades complementares, que despertam a criatividade, o espírito crítico e a motivação.

Além disso, uma escola de tecnologia pode ser o pontapé para o seu filho desenvolver em um ambiente totalmente propício às habilidades do século 21, tendo contato com professores que atuam na área e também com um universo que vai estimular o contínuo aprendizado.

Com isso, certamente o conhecimento será lapidado de olho nas tendências do mercado de trabalho, fazendo com que as crianças e jovens de hoje se tornem grandes profissionais amanhã, ou seja, eles vivenciarão na teoria e, na prática, as habilidades do século XXI. Assim, certamente estarão mais preparados para conseguirem bons empregos e também qualidade de vida!

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