Para uma criança crescer de maneira completa, é preciso trabalhar diferentes aspectos durante sua formação. O desenvolvimento infantil é complexo e abrange aspectos cognitivos, orgânicos, motores, emocionais e sociais.

Devido a esse contexto, as crianças são seres com diferentes necessidades ao longo de sua evolução biológica. Por isso, é normal surgirem questionamentos por parte de pais e educadores. Alguns deles são: qual a melhor forma de aplicar os estímulos? Quais são as tendências da educação infantil? Qual é o papel dos responsáveis nesse processo?

Esse é o assunto que vamos abordar neste conteúdo. Além disso, entenderemos mais sobre o desenvolvimento das crianças, o que ele envolve e quais etapas estão implicadas. Acompanhe!

O que é desenvolvimento infantil?

Durante os anos de crescimento, a criança passa por um processo de aprendizado. No desenvolvimento infantil, o propósito é adquirir e aperfeiçoar capacidades cognitivas, motoras, emocionais e sociais. Assim, esse ser em evolução estará mais preparado para enfrentar os desafios da idade adulta.

Por suas características, o desenvolvimento de uma criança é um processo contínuo e com etapas sequenciais. É único para cada indivíduo e permite desenvolver determinados comportamentos e ações esperados. Por exemplo, aprender a comer sozinha, fazer as tarefas da escola ou até mesmo dizer as primeiras frases.

Em outras palavras, é um conjunto de aprendizados que torna a criança mais autônoma e independente. Nesse momento, é preciso diferenciar o desenvolvimento do crescimento. O primeiro foca a aquisição de capacidade funcional por processos de maturação, diferenciação e integração de funções.

Por sua vez, o segundo se refere ao aumento da massa corporal, com modificação do peso e do tamanho. É algo relacionado especificamente ao corpo. Por isso, apesar de importante, é mais limitado.

Importância do desenvolvimento infantil

Para compreender por que se atentar à evolução cognitiva, motora, social e emocional da criança, é necessário entender a relevância do desenvolvimento infantil. Basicamente, existem duas razões para essa finalidade:

  • conhecimento sobre o desenvolvimento normal e suas variações individuais, já que isso permite procurar orientações e encaminhar a criança para um diagnóstico e um processo de intervenção precoce, a fim de atingir os melhores resultados;
  • facilitação ao crescimento e ao desenvolvimento, com o propósito de colocá-los como eixos centrais da atenção à criança. Ainda é verificada a necessidade de intervenções apropriadas.

Para alcançar esses objetivos, vários aspectos devem ser considerados no processo de desenvolvimento da infância. Entre eles estão o fato da criança:

  • passar por avanços e retrocessos naturais, em vez de ter uma evolução linear;
  • enfrentar diferentes etapas, que integram seu desenvolvimento;
  • ser única e exigir respeito ao seu tempo e às suas necessidades;
  • precisar de adequação nos estímulos, já que o excesso ou a falta levam a dificuldades futuras;
  • ser um indivíduo com suas particularidades, o que significa que comparações são pouco adequadas.

Em outras palavras, o desenvolvimento das crianças é um processo diferente para cada uma delas. É necessário respeitar as particularidades e oferecer uma educação complementar para atingir o equilíbrio e incentivar a liderança infantil.

Quais são as etapas do desenvolvimento infantil?

Há muito tempo a evolução da criança é estudada por pesquisadores, cientistas e médicos. A descoberta foi que os primeiros cinco anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, cognitivas, motoras e outras.

Para se ter uma ideia, a pesquisadora e pedagoga Maria Montessori disse que “a educação da criança muito pequena não visa a prepará-la para a escola, mas para a vida”. O motivo para essa afirmação é o fato de as ações ocorridas nesse período terem consequências duradouras no aprendizado e no comportamento do indivíduo.

Apesar de ser uma informação importante, isso faz os pais e os responsáveis se questionarem sobre a melhor maneira de conduzir esses primeiros momentos da vida. Mais do que isso, ainda existem outras etapas, que se complementam e também precisam ser bem trabalhadas.

Para entender como você pode ajudar seus filhos a terem mais autonomia, independência e liberdade, mostraremos, a seguir, quais são as etapas do desenvolvimento saudável da infância, visto que é importante conhecê-los.

Desenvolvimento físico

Abrange o crescimento do corpo, os movimentos da criança e suas ações. Por isso, tem relação com os músculos e o sistema nervoso. As características se desenvolvem de acordo com a idade:

  • recém-nascidos: há o fortalecimento de músculos e sistema nervoso a partir de movimentos aleatórios, bruscos e desordenados;
  • entre 6 e 12 meses: foca a capacidade de se sentar sem apoio e se levantar sem ajuda. É o equilíbrio, que culmina no gatinhar;
  • entre 1 e 2 anos: trabalha o andar e o controle total sobre corrida, pulos e marcha a partir dos 16 meses;
  • entre 2 e 3 anos: há mais equilíbrio, sendo que a criança pode saltar e pular com segurança. A coordenação motora fina é aperfeiçoada e se torna possível segurar objetos, como talheres e giz de cera;
  • entre 3 e 4 anos: controlam-se as necessidades fisiológicas, com certa independência em relação a roupas e alimentação. É a independência higiênica;
  • entre 4 e 5 anos: ocorre o desenvolvimento muscular rápido e melhoria da atividade motora. A preferência da criança é por atividades que estimulem a parte física. Há mais controle sobre seus movimentos. Assim, ela consegue escovar os dentes, vestir-se sem ajuda e tomar banho.

Desenvolvimento cognitivo

Receber informações e conseguir dividi-las em partes menores é o foco dessa etapa. Assim, a criança integra-se ao ambiente, compreende o mundo à sua volta e interage com ele. Por exemplo, ela está brincando na sala e se volta para a mãe quando ela a chama.

O desenvolvimento cognitivo depende de habilidades motoras, capacidade de diferenciar os vários sons e saber para que direção voltar sua atenção. Essa etapa ajuda na compreensão de tarefas escolares, no convívio com outras pessoas e no cumprimento de regras.

Tudo isso acontece porque a cognição é um grupo de processos mentais. Ela envolve:

  • memória;
  • atenção;
  • pensamento abstrato;
  • resolução de problemas.

Desenvolvimento linguístico

São recebidos estímulos desde a barriga, porque o bebê pode ouvir sons da mãe e de quem se aproxima. Nas primeiras semanas de vida, a criança diferencia os sons e reage de maneira diferente a eles. Aos poucos, começa a falar.

É importante perceber que a linguagem é diversa. No começo, tem relação com o choro. Depois, com a indicação de objetos. Por fim, com a fala. Por isso, é necessário oferecer estímulos constantes. Desse modo, é possível aprender vários idiomas, assim como a escrever e a ler.

Também se torna mais fácil compreender a língua de sinais e a gramática do idioma que fala. Assim, a criança cria suas próprias histórias.

Desenvolvimento socioafetivo

É a última etapa, que abrange a socialização da criança e como ela lida com suas emoções. No começo, o choro é a principal emoção, mas a agitação de pernas e braços também demonstra a felicidade ou a falta de paciência do bebê, por exemplo, quando os pais chegam em casa ou ele precisa se alimentar.

Depois, é normal a criança ainda reagir de forma inapropriada. Por exemplo, com tapas, birras e outras ações ruins. Para isso, é necessário desenvolver a autoconsciência, o apego seguro, a empatia, a independência, a autorregulação e o desenvolvimento infantil socioafetivo.

Essas etapas apresentadas são propostas por alguns pesquisadores. No entanto, existem outras opções de classificação. Uma das principais é a de Jean Piaget, que definiu as etapas a partir da observação do raciocínio das crianças. Dentro desse contexto, as etapas do desenvolvimento da criança são as que apresentamos abaixo.

Sensório-motor: de 0 a 2 anos

Há o desenvolvimento da capacidade de se concentrar em movimentos e sensações. O bebê começa a se conscientizar sobre seus movimentos, que até então eram involuntários. Ele percebe que, se esticar o braço, alcança determinado objeto.

Nesse período, o foco é a coordenação motora. Além disso, é interessante observar que o bebê só percebe aquilo que consegue ver. Por isso, se a mãe estiver fora da sua visão, ele entende que está longe.

Pré-operatório: de 2 a 7 anos

Ocorrem representações da realidade dos pensamentos da criança. É o momento de sonhar, ter “amigos imaginários” e criar histórias de sua própria cabeça. Por esse motivo, nem sempre há entendimento verdadeiro do que acontece, mas sim apenas uma representação.

Nessa fase, o egocentrismo está acentuado e a criança deseja dar vida às coisas. Também é a fase dos “porquês” e das perguntas. Por isso, vale a pena investir em brinquedos educativos, que estimulem o raciocínio e a criatividade.

Operatório concreto: 8 a 12 anos

Estrutura-se o pensamento lógico concreto. Com isso, as regras sociais passam a fazer sentido. A criança começa a aceitar as explicações e a entender o mundo real. Aqui, também é desenvolvido o senso de justiça.

Operatório formal: a partir dos 12 anos

Há compreensão de situações abstratas e experiências de outros indivíduos. A capacidade de entendimento aumenta e já é possível criar situações hipotéticas e teorias. Tudo isso ajuda a formar um ser autônomo.

Quaisquer que sejam os estágios seguidos, perceba que há uma convergência entre eles. Isso demonstra que é possível implementar trilhas de aprendizagem, que ajudem a estimular o desenvolvimento na infância e torne o indivíduo uma pessoa mais completa no futuro.

Quais fatores podem influenciar o desenvolvimento?

Apesar de nem sempre receber a atenção necessária, a evolução da criança desde os primeiros anos de vida é determinante para o futuro. A partir disso, há um desenvolvimento integral das habilidades socioemocionais, cognitivas, motoras e outras.

Além disso, existe a Lei 13.257/2016, que consiste no Marco Legal da Primeira Infância. Ela especifica que os primeiros 1.000 dias são fundamentais para a saúde e o capital humano do adulto. A partir dessa explicação, é possível entender que vários fatores influenciam o desenvolvimento infantil:

  • saúde;
  • nutrição;
  • educação;
  • cuidados;
  • contexto socioeconômico;
  • hereditariedade;
  • problemas físicos.

De modo geral, eles são divididos em fatores biológicos e circunstanciais. Os primeiros são divididos da seguinte forma:

  • aspectos intrauterinos: envolve a nutrição e a infecção materna, uso materno de substância e restrição de crescimento intrauterino;
  • parto: abrange a possibilidade de ser prematuro e/ou ter complicações;
  • infecções na infância: está relacionado ao aparecimento de enfermidades, como parasitoses;
  • nutrição da criança: refere-se à amamentação insuficiente, desnutrição protéico-calórica e carência de micronutrientes, como iodo, zinco e ferro.

Por sua vez, entre os fatores circunstanciais que influenciam o desenvolvimento infantil estão:

  • exposição ambiental ao longo da vida, por exemplo, a metais pesados, toxinas ambientais — como pesticidas e desreguladores endócrinos — e poluição do ar;
  • comunidade, que pode ser violenta ou ter falta de serviços, falta de cuidados iniciais fora do lar etc. Além disso, aqui está incluída a estigmatização social de crianças com deficiências de desenvolvimento;
  • pais, que podem ter depressão e altos níveis de estresse, por exemplo;
  • família, devido a oportunidades insatisfatórias de aprendizagem no lar, uso indevido de álcool e outras substâncias pelos responsáveis, caos do ambiente doméstico, exposição à violência, até mesmo por um parceiro íntimo;
  • condições da criança, como maus tratos e cuidados não responsivos ou insensíveis.

Vale a pena esclarecer que nem todas as famílias têm os problemas apresentados. No entanto, se ocorrerem, são fatores que prejudicam o desenvolvimento infantil. Além disso, mesmo em um lar estruturado, é preciso investir no estímulo das crianças, a fim de que elas evoluam de forma completa.

Qual é a importância de estimular a criança?

As crianças podem ser incentivadas a aprender a partir de atitudes simples. O processo pode ser realizado a qualquer momento. No entanto, é importante evitar exageros para não levar a desmotivações.

Afinal, a aprendizagem é um processo de aquisição de conhecimentos, comportamentos, habilidades e valores. Por isso, é importante respeitar as diferentes fases para garantir o máximo de enriquecimento e motivação.

Para alcançar esse objetivo, é necessário trabalhar a linguagem, a expressão corporal, a atenção e a espontaneidade. Isso pode ser feito de diferentes formas, por exemplo, a partir de:

  • jogos educativos, como os da memória e quebra-cabeças;
  • leitura de livros, para incentivar a fala e a escrita;
  • atividades de dramatização e musicais, a fim de estimular a imaginação.

Ao longo da vida, o processo de aprendizagem deve ser contínuo. A revolução na educação depende de diferentes aspectos, como a própria tecnologia, como vamos apresentar em seguida.

Como pais e/ou responsáveis, é necessário perceber que as experiências da infância, tanto positivas quanto negativas, impactam o desenvolvimento da criança e até mesmo deixam marcas no DNA, conforme pesquisas já realizadas. Por isso, é importante se envolver na educação dos filhos, mas evitar a preocupação excessiva.

O foco sempre deve ser a proteção, o amor, a alimentação e os estímulos positivos adaptados à etapa de desenvolvimento infantil. Por isso, é importante oferecer um ambiente confortável e seguro, ter um tempo de qualidade com a criança e participar das brincadeiras. Mais do que isso, é necessário disponibilizar condições para aprender mais.

Como ajudar no desenvolvimento da criança?

O processo de criação e desenvolvimento da criança não tem uma fórmula mágica. Cada indivíduo tem uma experiência diferente e uma evolução única. Apesar disso, algumas práticas podem ser adotadas para incentivar o aprendizado. Veja quais são as principais.

Converse e interaja com a criança

O afeto e a capacidade de diálogo entre os pais e responsáveis, assim como deles com a criança é fundamental. Um ambiente tranquilo traz segurança e estimula a possibilidade de se arriscar em novas atividades.

Brinque

Os brinquedos, especialmente os educativos, são importantes para a criança expressar sua liberdade, desenvolver sua criatividade e aprender a lidar com suas emoções. Essa é uma forma de ter mais saúde, comunicar-se melhor e estruturar a inteligência emocional da criança. Essas são, inclusive, algumas das habilidades mais exigidas atualmente.

Leia

O hábito da leitura ajuda no aprendizado e também no desenvolvimento da imaginação e da criatividade. É uma forma de se reconhecer nos personagens para compreender mais sobre relacionamentos, sentimentos e valores. As histórias ainda contribuem para o exercício da atenção, melhoria da memória e da comunicação, e aprimoramento da linguagem.

Ouça músicas

As canções adequadas trazem conforto aos bebês. Os sons mexem com sentimentos, relaxam e criam bons momentos. Além disso, a dança permite criar ritmo e melhorar a coordenação motora.

Incentive o sono de qualidade

O estímulo ao sono de qualidade é importante, porque é durante a noite que diversos hormônios são produzidos, como a melatonina e o do crescimento. Estipular horários para dormir e ter uma rotina de descanso diminui os problemas com relação ao déficit de atenção e à dificuldade de aprendizado na escola.

Ofereça uma alimentação equilibrada

As refeições saudáveis são fundamentais para manter a saúde em dia. Ter uma alimentação rica em nutrientes ajuda no processo de aprendizado e no desenvolvimento da criança, além de contribuir para a capacidade de memorização e o aperfeiçoamento cognitivo.

Respeite o tempo da criança

O respeito às características individuais é importante. Criar expectativas irreais e fazer comparações são atitudes pouco recomendadas. O ideal é estimular as crianças para buscarem conhecimento e aprenderem mais.

Quais são as novidades da área da educação para o desenvolvimento infantil?

Atitudes simples aplicadas pelos pais ajudam as crianças a terem autonomia e independência. Esse é o papel dos responsáveis. Além disso, é recomendado conhecer as tendências da educação infantil para contribuir ainda mais para o desenvolvimento.

Essa área está em constante evolução para ajudar nas diferentes formas de ensino, a fim de ajudar a criança a ser protagonista de sua própria vida. Entre as iniciativas adotadas hoje estão as que apresentamos abaixo.

Ensino personalizado

Os indivíduos são únicos e sua forma de aprendizado também é. Respeitar a forma da criança ver o mundo e adquirir conhecimentos é o foco do ensino atual. Para isso, é preciso investir na personalização, mesmo em uma sala de aula com vários estudantes.

É necessário estimular a interação, o auxílio mútuo e a parceria. Para isso, vale a pena adotar os trabalhos em grupo, que incentivam as habilidades socioemocionais, a comunicação, a colaboração e a autonomia.

Aulas ao ar livre

O uso de diferentes espaços para aprender é uma tendência, porque fortalece as formas diferenciadas de construção do conhecimento. Aqui, estão incluídas situações como:

  • cultivo de uma horta;
  • aulas de trânsito para ter mais consciência no futuro;
  • práticas esportivas.

Vale a pena, ainda, investir em expressões artísticas para a criança exteriorizar o que sente. A atividade pode ocorrer também ao ar livre. Basta investir em música, teatro, dança e o que mais for relevante para melhorar o desenvolvimento infantil e levar a um adulto mais completo no futuro.

Gamificação

As novas tecnologias implementadas em sala de aula permitem a aplicação da gamificação, ou seja, o uso de jogos de forma construtiva para o aprendizado. Eles podem ser eletrônicos ou lúdicos. De qualquer forma, o propósito é estimular outras habilidades, que vão além da sala de aula. Entre elas estão:

  • alcance de metas e objetivos;
  • trabalho em equipe;
  • cumprimento de prazos.

Como a tecnologia colabora para o desenvolvimento da criança?

As ferramentas tecnológicas também são tendências educacionais. Aprender sobre linguagem de programação, inteligência artificial, Business Intelligence (BI) e outros assuntos é uma forma de se preparar para o futuro e incentivar a criança a conquistar independência e autonomia no processo de ensino-aprendizagem.

Ela se torna mais preparada para enfrentar um mundo diversificado, progressivo, hiperconectado e significativo. Da mesma forma, desenvolve a cognição, o que melhora a capacidade de tomar decisões e analisar as situações apresentadas.

Por todos esses benefícios, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) determina que os alunos devem usar, compreender e criar tecnologias digitais de comunicação e informação. Portanto, mais do que um extra, as ferramentas se tornam indispensáveis para a educação do século 21.

Entre os motivos que justificam o uso da tecnologia para crianças e adolescentes estão:

  • contribuição para o desenvolvimento integral, a partir de suas diferentes dimensões, como a social, a intelectual e a psicológica;
  • aprendizagem mais significativa, devido à aplicação de vários contextos de ensino e uso de símbolos e elementos que fazem parte da rotina da criança;
  • aumento do interesse e da curiosidade dos alunos, porque as atividades propostas estão mais adequadas à idade e incluem jogos, vídeos, linguagens digitais e animações;
  • aproximação da realidade do estudante, o que permite aos professores entenderem suas demandas e efetivarem uma experiência mais adequada ao contexto em que a criança está inserida.

Como resultado, a tecnologia amplia a capacidade visual, de raciocínio lógico, memória e concentração. Também diminui o tempo de respostas a situações decisórias. Tudo isso gera crianças e jovens mais preparados para enfrentar os desafios, além de alguns valores relevantes, como liderança, coragem, persistência e colaboração.

Qual é o papel de pais e educadores no processo de desenvolvimento?

Depois de ver todos os detalhes apresentados, fica claro que o papel dos pais e educadores é ajudar as crianças a se desenvolverem de maneira apropriada e completa. Nesse contexto, os professores devem impor limites na escola e saber dizer “não” nas horas certas, a fim de evitar comportamentos pejorativos.

Por outro lado, os pais devem ensinar as crianças a se conhecerem, a respeitarem suas características e abraçarem seus potenciais. Assim, a confiança é desenvolvida e as necessidades são satisfeitas.

Agora você entendeu que o desenvolvimento infantil abrange várias etapas e que deve receber atenção desde o início, sem exageros e preocupações excessivas, mas de acordo com trilhas de aprendizagem elaboradas conforme o ensino personalizado. Por isso, vale a pena os pais oferecerem experiências diferentes, que se tornam maneiras efetivas de aprendizado.

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